Aquela 'máxima' que alguns tentam imputar a brasileiros sem-terra como destruidores, mesmo que parte deles assim o façam, pode 'cair por terra abaixo', quando a gente visita assentamentos rurais no País. No Assentamento Albino Viera, no município de Jussara (GO), cerca de 50km da cidade, famílias agora donas de seus pedaços de chão, beneficiadas pela reforma agrária no Brasil, provam que é possível fazer diferente no campo da produção em pequenas propriedades rurais. A foto acima registra a vitória de José Carlos Pinto, 36 anos, que junto de sua esposa e duas filhas está recuperando uma nascente de água no Cerrado goiano. "Nossa renda familiar atual é pouco mais de um salário mínimo, mas investimos cerca de R$ 10 mil de nossas economias para trazer de volta a água, preciosa para a vida no planeta", afirma José Carlos. Foto de Edmar Wellington para a reportagem 'A terra tem dono', da Revista Cidades (Edição 49/Abril 2010): http://www.revistacidades.com.br/
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Ipasgo 'fecha as portas'
"Só tem vaga no dia..." A frase entre aspas é quase um 'bater a porta na cara' do brasileiro que procura atendimento médico no País, especialmente àquele que paga convênios públicos, como é o do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo). Em geral, o paciente nunca consegue marcar consulta imediata, sendo levado a pagar o procedimento particular ou retardar a resolução de seu problema. Ao chegar a uma clínica, por exemplo, o cidadão pode até achar agenda na mesma hora, mas, quando apresenta o 'carimbo na testa' Ipasgo, a 'desculpa' é quase sempre a mesma: "Só tem vaga no dia..." Não naquele dia!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O Cerrado tem cura
Unidade agroextrativista em Diorama (GO), distante 259km de Goiânia, a Capital do Estado, explora o Cerrado para a promoção do desenvolvimento sustentável na comunidade, onde a produção de medicamentos fitoterápicos destinados ao sistema de saúde pública torna-se referência no Brasil. Na foto do repórter fotográfico Edmar Wellington, destaque para Solange Santo de Castro, diretora do Centro de Tecnologia Agroecológica de Pequenos Agricultores (Agrotec) - Edição 42 (setembro) da Revista Cidades: http://www.revistacidades.com.br/
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Assim caminha o Brasil...
Esse País chamado Brasil convive com o contraditório, diariamente. Basta observar o trânsito local, principalmentes nas capitais, onde quem deveria dar exemplo parece desfazer do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Motoristas (instrutores) de auto escolas são vistos pelas ruas e avenidas das cidades cometendo infrações, especialmente o excesso de velocidade, a não utilização de sinais indicativos (setas) e a falta do uso do cinto de segurança. Vale a pergunta: como é que profissionais de algumas auto escolas podem ensinar, quando os próprios não cumprem regras?
terça-feira, 28 de julho de 2009
Sustentabilidade emergente
Edição 40 da revista Cidades (http://www.revistacidades.com.br/) destaca empreendimento em Rio Verde (GO), distante 220km de Goiânia (GO), onde conceitos de sustentabilidade são respeitados em cada pedacinho de chão de oito alqueires, a apenas 2km da vida frenética da cidade emergente. (Foto: Edmar Wellington)
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Bem canalha
“Todos os canalhas são desinibidos. Nada incomoda mais um canalha que uma pessoa de bem. Fere a autoestima do canalha saber que há pessoas honestas”
Senador amazonense Jefferson Péres, falecido em 23 de maio de 2008, aos 76 anos de idade
Senador amazonense Jefferson Péres, falecido em 23 de maio de 2008, aos 76 anos de idade
Turbulência em terra
Os 220km da Rodovia BR-060, que separam Goiânia (GO) de Rio Verde (GO), podem mostrar descaso do poder público com o transporte brasileiro. Apesar do caminho levar para três municípios entre as 10 maiores economias do Estado (Rio Verde, Jataí e São Simão), a rodovia apresenta remendos por toda parte, o que provoca trepidação constante. O motorista que trafega pelo trecho pode experimentar a sensação de turbulência em terra e o veículo, após viagem, deve passar por um 'acerto de contas' com os seus parafusos. Atualmente, ao longo da rodovia, o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) realiza operações tapa-buracos e a recuperação asfáltica localizados. Distante cerca de 2km de Acreúna (sentido Goiânia), por exemplo, um desvio de aproximados 8km revela que o Dnit refaz todo o asfalto da BR no local. Mas, considerando o tempo de abandono a que o trecho da rodovia foi relegado, no mínimo 10 anos, não dá para comemorar tanto assim as primeiras impressões de melhoria da principal via terrestre entre a Capital goiana e o Sudoeste do Estado. O sinal ainda é amarelo no asfalto.
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